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Arko Advice

No campo da análise política, a Arko Advice é respeitada no mercado financeiro, nacional e internacional, como uma das mais influentes consultorias políticas brasileiras. É reconhecida como fonte fidedigna de informação e análise tanto pelo setor público quanto pelo setor privado.

Sobre a Empresa

A Arko Advice é uma empresa de consultoria baseada em Brasília, fundada como Murillo de Aragão Consultoria em maio de 1982. Seu primeiro cliente foi a Associação Nacional de Jornais – ANJ, seguida de outras empresas e entidades, como IBM, Shell, Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária – Conar, Federação Nacional das Agências de Propaganda – Fenapro e muitas outras.

Com mais de 25 anos de atividade em Brasília, a Arko Advice está presente em Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e em Nova York.

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News Arko

09/05/2013 - 16h12m

Thiago de Aragão participa de cúpula jovem do G8 em Londres

O sócio-diretor da Arko Advice, Thiago de Aragão, viaja para Londres nesta semana onde participará da G8 Youg Summit (Cúpula de Jovens Líderes do G8).

A Cúpula de Jovens Líderes do G8 é um evento anual que ocorre antes da reunião formal dos chefes de Estado dos respectivos países que compõem o G8. A ideia é preparar um conjunto de soluções e sugestões para a melhoria do sistema econômico mundial. Ela baseia-se em três pilares:

1- Two Summit Sessions (Duas sessões de cúpula)  - Na primeira destas sessões serão apresentados os temas e o programa formalmente inicializado. Na segunda e última dessas sessões, o comunicado oficial (os resultados coletivos e recomendações das diferentes comissões) será apresentado a todos os delegados para ratificação.

2- Committee Meetings (Reuniões da Comissão) - Estratégias e soluções relacionados com os três pontos de prioridade serão discutidos. Estas recomendações serão incorporadas no comunicado final.

3- Social Events (Eventos Sociais) – As sugestões abordadas nas demais sessões serão discutidas e implementadas nos eventos oficiais da cúpula.

07/05/2013 - 16h14m

Thiago de Aragão tem agenda extensa com questões internacionais

A agenda do o presidente da Arko América Latina, Thiago de Aragão, nos últimos dias foi extensa. Ele concedeu entrevista para a agência Reuters de notícia, onde falou sobre conjuntura política e os cenários para as eleições de 2014.

Thiago também teve encontro com profissionais do jornal Financial Times, com quem debateu a política econômica de Dilma Rousseff.

Na segunda-feira (06), ele falou para a revista britânica, Monocle, sobre a relação Brasil e Egito.

A presidente Dilma Rousseff recebeu o chefe de Estado do Egito, Mohamed Morsi, nesta quarta-feira (8)  para ampliar as trocas comerciais e aumentar o investimento bilateral após as reformas políticas e econômicas pelas quais o país árabe passou.

Empresas brasileiras têm interesse em obras de infraestrutura de energia e transportes naquele país, o maior mercado consumidor do mundo árabe. Em dez anos, o volume de comércio entre ambos cresceu sete vezes, conforme informações do Itamaraty, saltando de US$ 410 milhões em 2002 para US$ 2,96 bilhões em 2012.

05/05/2013 - 16h11m

Cristiano fala sobre a relação entre Legislativo e Judiciário

O vice-presidente da Arko Advice, Cristiano Noronha, falou para a Folha de Pernambuco no início da semana sobre a polêmica que envolve as competências dos poderes no Brasil, em especial, Legislativo e Judiciário.

A PEC 33 é vista por especialistas como uma espécie de retaliação dos parlamentares contra algumas decisões do Supremo que não foram bem recebidas como cassações de mandatos, royalties, coligações, dentre outras.

Para Noronha, a própria Constituição dá brechas para essas discussões, no entanto, segundo o cientista político, o momento não é propício para um debate desse cunho.

Ele acredita no engavetamento da PEC após um entendimento do PMDB, que preside as duas Casas no Congresso.

20/04/2013 - 16h16m

Levou, mas não ganhou

O presidente da Arko América Latina, Thiago de Aragão, falou para a Istoé Dinheiro sobre a eleição presidencial na Venezuela no final de abril, onde o sucessor do falecido presidente Hugo Chávez, Nicolas Maduro venceu por uma pequena margem, o suficiente para ser contestada pela oposição liderada por Manuel Capriles, que pediu a impugnação do pleito alegando fraude.

Na ocasião, Thiago atentou para o reconhecimento da eleição por parte dos líderes sul-americanos e afirmou que será difícil haver uma relação entre Dilma Rousseff e Maduro tão forte quanto a de Lula e Chávez. No entanto, disse que essa diferença é alheia às relações comerciais entre aas duas partes.

Veja a matéria na íntegra:


Nicolás Maduro mantém o chavismo no poder na Venezuela, porém sem a mesma força de seu mentor

O resultado apertado colocou em dúvida, para muitos venezuelanos, a legitimidade da vitória do candidato governista Nicolás Maduro. Mas uma certeza ficou clara na eleição de domingo 14: o sucessor do ex-presidente Hugo Chávez, morto em março, não herdou inteiramente o chavismo. A Venezuela sai da eleição presidencial mais polarizada do que antes. Enquanto Maduro obteve 50,66% da preferência dos eleitores, o opositor Henrique Capriles ficou com 49,07%. Uma diferença de apenas 235 mil votos, o que levou a oposição a pedir a recontagem do resultado.
  
Capriles incentivou seus eleitores a protestar, mas voltou atrás após a morte de sete pessoas na capital Caracas, na terça-feira 16. O novo presidente fez um discurso inicial conciliador. “Nós queremos trabalhar com esse povo que vota pela oposição”, afirmou logo após a vitória. Mas depois dos protestos encabeçados por Capriles, Maduro mudou de tom, afirmando que podia “radicalizar” a revolução bolivariana. Ex-líder sindical, Maduro foi chanceler, entre 2006 e 2012, quando foi escolhido vice-presidente e sucessor pelo próprio Chávez. 
 
O governo brasileiro, por sua vez, reconheceu a vitória de Maduro, e a presidenta Dilma Rousseff confirmou que viajaria à Venezuela para a cerimônia de posse, marcada para a sexta 19. Nada deve mudar na relação entre os dois países, na avaliação de especialistas. No campo pessoal, a relação de Dilma com Chávez era mais protocolar – nada parecida com a amizade entre o líder bolivariano e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – e deve ficar ainda mais distante com o novo presidente. Mas isso não será necessariamente ruim para os negócios, avalia o consultor Thiago de Aragão, da Arko Advice. 

“A deterioração da crise na Venezuela aumenta a relação comercial”, diz ele. No ano passado, o comércio bilateral foi de US$ 6,5 bilhões, sete vezes mais do que em 2003, segundo o Itamaraty. No primeiro trimestre deste ano, porém, as exportações brasileiras caíram 16%. A economia venezuelana começa a sofrer as consequências de sua dependência do petróleo, com inflação alta e câmbio valorizado. Para Mark Weisbrot, codiretor do Centro para Pesquisas Econômicas, em Washington, Maduro precisa fazer mudanças, estabilizando o câmbio, reduzindo a inflação e aumentando os investimentos em infraestrutura. “Dessa forma, ele terá apoio popular”, afirma Weisbrot.

18/04/2013 - 16h19m

Thiago fala sobre eleições na Venezuela para imprensa internacional

O sócio-diretor da Arko Advice, Thiago de Aragão, concedeu entrevista para a imprensa venezuelana sobre a eleição presidencial no país.

Na ocasião, Thiago fez uma análise dos dois candidatos que disputaram o pleito e do futuro político da Venezuela, que além de ter que lidar com os problemas internos como os rachas institucionais, Maduro vai ter que recolocar  a Venezuela no cenário internacional, principalmente alinhada com os novos parceiros do Mercosul.

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