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13/10/2008 - 12h46m
» Assessores querem reduzir exposição de Lula em S. Paulo
Por Christiane Samarco
Colaboradores presidenciais e petistas com trânsito no Palácio do Planalto querem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva longe da campanha de Marta Suplicy (PT) para a Prefeitura de São Paulo e ele próprio já tomou a iniciativa de envolver-se o mínimo possível com a disputa paulista. Como o salto de popularidade do prefeito Gilberto Kassab (DEM) frente à candidata do PT está muito associado ao governador José Serra (PSDB), conselheiros do presidente e cientistas políticos advertem que a participação ostensiva de Lula no segundo turno antecipa o confronto com o tucano. Como o risco de derrota de Marta é iminente, o temor é "macular" sua imagem de grande eleitor em 2010.
"Esta imagem já saiu arranhada do primeiro turno", afirma o cientista político Cristiano Noronha, da consultoria Arko Advice. Ele entende que a "vantagem absurda" de Kassab sobre Marta, associada a Serra como está, põe na mesa o enfrentamento direto com Lula. Em raciocínio semelhante, seu colega da Universidade de Brasília (UnB), David Fleischer, avalia que virar o jogo em favor do PT na corrida pela prefeitura paulistana parece "missão impossível, por mais que o presidente se esforce".
A avaliação predominante no PT é a mesma. Um dirigente que acompanha de perto esta disputa confessa que, para boa parte da cúpula petista, a eleição de São Paulo "já foi". Tanto que, de acordo com a mesma fonte, o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), tratou do assunto reservadamente com Lula e, na conversa, o presidente teria deixado claro que o apoio será "tímido". O entendimento é que "pôr a cara" na eleição é dar a Serra a oportunidade "ímpar" de se cacifar como grande opositor que enfrentou e derrotou o presidente.
FOTO SIMBÓLICA
A ordem dos conselheiros petistas é não expor Lula em grandes eventos, como comícios. Isso explica o porquê de Lula ter se deixado fotografar, sorridente, ao lado de Serra e da titular da Casa Civil, Dilma Rousseff, quarta-feira, na véspera da divulgação da pesquisa do Datafolha sobre a eleição em São Paulo, mostrando Kassab 17 pontos à frente de Marta. O próprio PT avalia que foi ali que Lula começou a marcar seu distanciamento da disputa.
Todos concordam que as viagens internacionais anteriormente programadas para esta semana vieram em boa hora. Lula deve chegar a Madri hoje. Na quarta-feira, segue para a Índia e, na sexta, faz visita oficial a Moçambique. Voltará, portanto, a uma semana do segundo turno, marcado para domingo, dia 26. Em meio à crise econômica mundial que atormenta governos de todos os continentes, a prioridade do presidente não pode ser a prefeitura.
"O presidente agora tem muito mais elementos para avaliar até que ponto vale a pena participar ativamente de uma campanha", avalia o cientista político Cristiano Noronha. Afinal, seja em São Bernardo do Campo ou em Natal, onde Lula se apresentou como cabo eleitoral e assumiu a linha de frente das campanhas, sua aprovação recorde beirando os 80% não se traduziu em votos, como temiam seus adversários.
(Estado de São Paulo - 13/10/08)
06/10/2008 - 17h56m
» Palestra em Barcelona
25/08/2008 - 09h07m
» Estudo da Arko sobre fidelidade parlamentar repercute na imprensa
Estudo da Arko Advice, conduzido pelos cientistas políticos Murillo de Aragão e Cristiano Noronha, sobre a fidelidade parlamentar no primeiro semestre do ano em votações de interesse do governo teve ampla repercussão na imprensa.
Na semana passada foi publicada na coluna Radar. da Revista Veja. No último domingo, foi matéria de capa do caderno de política do jornal O Liberal (Pará).
Hoje, o estudo está na Gazeta Mercantil. Veja íntegra da matéria abaixo:
Dez deputados federais têm faltas superiores a 80% no semestre
São Paulo, 25 de Agosto de 2008 - Com um salário mensal de R$ 16,5 mil e um custo anual de R$ 6,6 milhões aos cofres públicos, o deputado federal Alberto Silva (PMDB-PI) é o campeão de ausências na Câmara. Das 65 votações realizadas durante o primeiro semestre de 2008, o peemedebista, que tem 89 anos, não compareceu em nenhuma. No Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Rosalba Ciarlini (DEM-RN) lideram a lista de faltas, com 87,5% de ausências nas oito votações que ocorreram na Casa nos seis primeiros meses do ano. Com um salário também de R$ 16, 5 mil, o mandato de cada senador representa ao País um custo de R$ 33,1 milhões por ano.
Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela consultoria Arko Advice. Além de Silva, a Câmara tem nove outros deputados que registraram um índice de faltas nas sessões deliberativas acima de 80% de janeiro a junho, sendo sete parlamentares da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com 89,23% de ausências nas votações, a deputada Marina Maggessi (PPS-RJ), aparece em segundo lugar no ranking dos faltosos da Casa, seguida de perto por Carlos Wilson (PT-PE), Enio Bacci (PDT-RS) e Jader Barbalho (PMDB-PA).
Na média, o PPS é o partido com maior índice de ausências (48,73%). Em seguida estão DEM (44,99%) e PSDB (41,21%). O PSOL, por sua vez, foi a legenda mais presente nas sessões deliberativas da Câmara, com 5,64%.
Alberto Silva, por meio de sua assessoria de imprensa, alegou problemas de saúde para justificar as faltas. O deputado, aliás, não comparece ao Congresso desde novembro de 2007. Mesmo assim, ele não pretende convocar seu suplente. Se o fizesse, perderia o direito aos R$ 16,5 mil de salário e R$ 15 mil de verba indenizatória que cada parlamentar dispõe. Carlos Wilson justificou sua ausência por conta de um tratamento de câncer.
Já Marina Maggessi, que faz parte de três comissões na Câmara (Segurança e Combate ao Crime Organizado, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Defesa Nacional e Relações Exteriores) e integra a CPI dos Grampos, admite que não compareceu nas votações. "Não vou deixar um seminário ou um debate nas comissões para ir votar um negócio que já foi discutido. Afinal, a maioria das votações que ocorreram na Casa foram de medidas provisórias editadas pelo Executivo. O governo abusa ao passar o rolo compressor com a edição de MPs", argumenta a deputada. Das 65 votações na Câmara, 47 se referem a medidas provisórias.
Excesso de trabalho
No Senado, o cenário não é muito diferente. Das oito votações analisadas, sete se referem à MPs e uma ao Orçamento da União para 2008. No total, a Casa tem dez parlamentares com ausências acima de 60% nas oito votações promovidas de janeiro a junho deste ano, sendo seis senadores da oposição e quatro governistas. Segundo a Constituição Federal, cada senador tem que comparecer em pelo menos dois terços das sessões ordinárias. As licenças são exceção e podem ser justificadas por problemas de saúde, interesses particulares ou missões políticas.
Rosalba Ciarlini afirmou que esteve ausente porque estava em "viagens oficiais e atividades políticas" representando Senado. Demóstenes Torres também fez coro às declarações de Rosalba e atribuiu as faltas ao excesso de trabalho nas comissões. "Além disso, não tenho vontade de votar medidas provisórias de interesse exclusivo do governo", disse Torres. Mozarildo Cavalcanti não retornou as ligações da equipe de reportagem. No primeiro semestre deste ano, os senadores se aproveitaram das licenças 582 vezes, sendo 424 por missões políticas, 96 por licenças médicas e 63 por interesses particulares.
Para Cristiano Noronha, cientista político da Arko Advice, as faltas de deputados e senadores são um reflexo da estratégia da oposição de obstruir as votações no Congresso Nacional. Além disso, Noronha cita o excesso de medidas provisórias editadas pelo Executivo que trancam a pauta nas duas Casas Legislativas e desgastam a relação com os Congressistas. "As eleições municipais também tiveram grande impacto para esvaziar as sessões deliberativas, já que alguns parlamentares são candidatos em seus municípios ou estão em campanha por seus aliados", avalia.
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 10)(Fernando Taquari Ribeiro)
15/08/2008 - 15h52m
» Entrevista à rede australiana: Thiago Aragão avalia economia do Brasil
O analista político da Arko Advice, Thiago de Aragão, foi entrevistado na noite desta quinta-feira última (14), ao lado do cientista politíco David Fleischer, pela Australian Broadcasting Corporation's Radio National.
A entrevista contemplou o desenvolvimento econômico do Brasil ao longo das últimas décadas e as transformações que causaram na sociedade brasileira. Falou-se também das perspectivas de desenvolvimento econômico e social para o país.
A entrevista foi feita pela repórter Geraldine Doogue, uma das jornalistas mais respeitadas da Australia.
31/07/2008 - 19h26m
» Murillo de Aragão no Primeira Página da TV Câmara
26/07/2008 - 19h59m
» Pesquisa da Arko Advice é destaque no Correio Braziliense e na Veja
Acaba de sair um levantamento da Arko Advice sobre o grau de fidelidade dos partidos ao governo no primeiro semestre. O PCdoB ficou na frente, com um índice de fidelidade de 79,29%. Em segundo está o PT, com 74,01%. O terceiro colocado é o PP (66,8%) e o quarto, o PDT (66,58%). O PMDB, que no mesmo período de 2007 estava em oitavo, pulou para a quinta posição, com 65,35%. O Partido Verde ficou no final da fila, com 58,24%. Só deu MPs.
Para tirar esses dados, a Arko analisou 65 votações importantes na Câmara, sendo 47 ligadas a medidas provisórias, e oito no Senado. Entre os senadores, o governo não perdeu sequer uma votação. Foram sete referentes a MPs e o Orçamento da União deste ano.
O centro é Lula.
23/07/2008 - 15h28m
» Entrevista para o Canal Rural
28/06/2008 - 14h58m
» William Waack debate eleições com Murillo de Aragão
27/06/2008 - 17h06m
» Nota de Esclarecimento
O jornalista Rildson Moura, diretor de Informação e Monitoramento Legislativo da Arko Advice, estava no legítimo exercício de suas atividades profissionais na tarde de hoje, na CPI de combate à Pedofilia, quando o senador Magno Malta reclamou que ele havia manipulado documentos da comissão.
A respeito, a Arko Advice esclarece que:
1) Rildson Moura não manipulou informação alguma nem cometeu qualquer ato ilegal. Viu dois requerimentos que estavam sobre a bancada da sala da CPI, em lugar público e na presença de outras pessoas, quando foi advertido por um dos presentes, o Sr. Tiago Tavares, da Safernet, que assessora os trabalhos, de que ali havia documentos sigilosos, e afastou-se imediatamente da bancada;
2) O trabalho de monitoramento que a Arko Advice realiza para a Google no âmbito do trabalho da CPI consiste em transmitir à empresa da internet informações de caráter público sobre as decisões da comissão, incumbência que tem desempenhado de forma constitucional, legítima, legal e exemplar;
3) Rildson Moura é funcionário da Arko Advice há 20 anos desempenhando a tarefa de acompanhar decisões do Legislativo a respeito de clientes da empresa. Seu trabalho é amplamente conhecido por parlamentares, funcionários do Congresso e jornalistas, que podem atestar seu comportamento correto;
4) Diferentemente de informações equivocadas veiculadas sobre o assunto, ele não foi preso, e sim chamado a prestar esclarecimentos;
5) Rildson é profissional de conduta irreprimível, conforme podem atestar seus colegas de duas décadas de trabalho. A Arko Advice se coloca à disposição para prestar os esclarecimentos adicionais que forem necessários.
Brasília, 26 de junho de 2008
A Direção
23/06/2008 - 12h24m
» Analista junior da Arko segue para London School
21/06/2008 - 12h28m
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21/01/2008 - 16h43m
» Palestra em Londres
20/01/2008 - 11h05m
» Pesquisa da Arko Advice na revista Veja
18/01/2008 - 17h24m
» Palestra em Porto Alegre
18/12/2007 - 09h38m
» Almoço de Natal
16/12/2007 - 19h01m
» Palestra no Unibanco
15/12/2007 - 10h14m
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14/12/2007 - 14h29m
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12/12/2007 - 11h23m
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